Reforma Agrária – Conflitos, Nas Terras do Bem Virá
No documentário Nas Terras do Bem Virá onde a relação de latifundiários (grileiros), o povo alia - se juntamente com o MST – Movimento dos sem terras, para tratar da questão de ocupação desigual das terras. Onde a elite detém de forma “irregular” apropriação das mesmas, tirando as pessoas natas de sua realidade e até por meio de pistolagem. Exemplo como a Companhia do Vale do Rio Doce usa e usou o Governo do Estado através da policia Militar manipulando interesses da elite.
O Estado fez diversos comerciais dizendo que Homem sem terras no Nordeste e terras sem Homem na Amazônia. Isso gerou ocupação na Amazônia com escravidão com a ideologia imposta que aqui teria leite e mel, que seria o céu. Até mesmo a festa que pulou Tocantins “o boi”, veio do maranhão e Goiás, expandiu se na Amazônia com incentivos fiscais da SUDAM e em meio século se desmatou na Amazônia mais que em qualquer outra época na história da humanidade, lugar de maior biodversidade do mundo essa expansão caótica e irracional.
A maior incidência de trabalho escravo e também de desmatamento no Pará e Mato Grosso. "Hoje o Estado é incapaz de cumprir seus planos ambientais", citado por Ewin Bispo. O presidente Medici pronunciou “terras sem Homem” e isso era uma inverdade pois os índios já existiam. Através do “uteis possidetis”, os grileiros requeriam as terras ou com armas ou com documentos falsos e os nativos e pessoas sem terras eram despejados e obrigados a saírem migrando. Pistolajem vira uma profissão onde há por parte da policia ocultação de cadáveres, mantido pelo dinheiro do latifúndio e impunidade.
Para o procurador Felício a Amazônia deveria ser permanente sustentável, até porque as mesmas pessoas do sul do Pará que devastaram e devastaram outras áreas atrás de recursos naturais.
No Pará a irmã Dorothy fez um trabalho de assentamento e surgiu o PDS – Produtores Desenvolvimento Sustentável, que seriam grupos de assentados. Por falta de apoio da justiça ocorrem os conflitos agrários.
Até hoje no Brasil os conflitos agrários são presentes, estimasse que 25 mil pessoas vivessem em regime de escravidão e paralelamente a devastação do meio ambiente.
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