Centro Universitário do Norte – UNINORTE
Curso de Licenciatura em Geografia
Acadêmicos: Cassandra Silva Santana, Marcelo Oliveira da Cruz, Renato Lima Lopes, Ygor Maia Leiros.
Professor: Pedro Marcos Mansour Andes
Disciplina: Antropologia Cultural
5 período
ROCHA, Everardo P. Guimarães.O que é etnocentrismo.São Paulo: Brasiliense, 2007. (Coleção primeiros passos; 124).96 páginas.
Everardo Rocha nasceu no Rio de Janeiro em 1 de outubro de 1951. Casado, pai de três filhos realizou seus estudos básicos nos colégios Bennett e São Vicente de Paulo. Fez doutorado em antropologia social no Museu Nacional de UFRJ. É, ainda, mestre em comunicação pela Escola de Comunicação da UFRJ, mestre em antropologia social pelo Museu Nacional e graduado em comunicação social pela PUC-Rio há mais de 25 anos e colaborador do Coppead/UFRJ. Consultor, pesquisador do CNPq, tem vários livros publicados, entre os quais destacam – se Magia e capitalismo, A sociedade do sonho, O que é mito, Jogo de espelhos e O que é etnocentrismo. Em artigos, pesquisas e livros, procura aplicar a antropologia aos estudos da comunicação, do consumo, do marketing, das culturas organizacionais e as questões da cultura brasileira.
ETNOCENTRISMO
Etno – cultura, centrismo – ter como centro.
Etnocentrismo é uma estranheza o não reconhecimento do “outro”, aquele que é diferente de nós, procurando somente desvalorizá – lo. Ele é fruto do desconhecimento e de que é humanidade apresenta uma enorme diversidade cultural e que não existem civilizações superiores ou inferiores, melhores ou piores.
A questão etnocêntrica tem a experiência de um choque cultural. Mais conhecida é dos europeus com os indígenas na Amazônia.
Etnocentrismo é uma visão de mundo onde o nosso próprio grupo é tomado como centro de tudo e de todos ao outros são pensados e sentidos através dos nossos valores, nossos modelos, nossos parâmetros, definições do que é existência. É também visto como um raiado no campo intelectual e racional, que está presente no cotidiano.
Tendo em vista que o etnocentrismo é visto como fato que ocorre em todas as sociedades tendo parâmetros de que o “eu” nosso grupo que veste igual, mesma fala, mesmo hábitos e costumes se deparará com o “outro” até então desconhecido, imaginável, diferente como: hábitos que causavam estranheza, vestimenta, outros valores, ritos. Está ai o etnocentrismo embutido até os dias atuais, onde reforçará dando sustentação a correntes teóricas como embasamento para justificação de atos violentos e até uma forma de reforço de identidade do nosso próprio grupo. Sabendo-se que havendo o trabalho há o progresso, e que na outra sociedade é inferior atrasada, vista como empecilho e que deveria ser exterminada destruída, onde justifica o etnocídio, na matança dos “índios”. (indígenas)
Exemplo: Uma criança de um grande centro Urbano – definiu os índios como “o índio é o maior amigo do homem”. (Pág – 14, ROCHA - 2007).
A imagem construída aportuguesada é de que os indígenas são vistos na época como brabos e traiçoeiros ou mansos e bondosos. Isso por que quem não seria contrario de lhe serem obrigados a fazer aquilo que não lhes era visto tomado para se como verdade sabendo se que lhe fazia tanto mal. Os animais sem falas, por não saberem se comunicar da forma civilizada se expressar, eram ignorados e estereotipados por ideólogos onde o outro não é estilo de vida é ser negativo perante a sociedade.
500 anos se passaram e ainda vemos reproduções que foram alimentadas até os dias atuais, será que estamos dispostos a mudar esta visão de mundo Europeu, que o outro dita às regras onde os fortes “armas de fogo” superiores, por violência e malicia, escandalizou e aculturaram algumas gerações sem medir conseqüências ou tão pouco preocupados com que possibilidades estariam eles errados, nem se quer deixavam se esse pensamento ser especulado numa assembléia, anseios como uma sociedade igualitária.
O índio (indígena) é visto em três formas na História do Brasil, 10 - No papel do descobrimento – aparece como o selvagem, primitivo, pré-histórico, antropófago. Os que precisavam de ajuda de auxilio. No segundo 20 - papel era o da página em branco da criança, inocente, infantil, almas virgens. Impôs sua religião, proteção. No 30 papel virou corajoso mais não por que se era desde o inicio e sim a nova sociedade vista como três etnias distintas, portugueses, negros e selvagens ou crianças, inocentes e naquele momento impar visto como O corajoso, altivo. (Pág – 17, ROCHA, 2007).
O objeto do deste livro é mostrar que pouco a pouco etnocentrismo foi sendo superada ao menos dentro da ciência Antropologia e que era visto como: violências, persistências do que chamamos visão etnocêntrica, como: TV, jornais, revistas, publicidade, rádio, cinema levando o reforço ao se afirmarem como o grupo dominante a “elite”, ditando as regras da vida. Formando assim uma forte ideologia a serem seguidos, os super homens do mundo, os primeiros, os melhores, os superiores, os que se forem seguidos para fazerem parte também do grupo seleto seriam os provedores do modelo de sociedade perfeita.
Etnocentrismo x Relativizar
Uma idéia que vai de encontra status e aquilo que de fato é não usar o nosso próprio modelo e sim o modelo de vida da própria sociedade com seus parâmetros e limites.
A antropologia amplia seu campo de estudo chega até o ponto de questionar a si própria, e não mais só a visão do “outro”.
Reducionismo
Para Boas, a dificuldade de explicar alguma coisa que contém várias partes. Exemplo nossa cultura, que na verdade é uma diversidade cultural. Que cultura? Existe uma só? Sabemos que não cada característica e singularidade de um povo etnia. Por isso antes de qualquer debate sobre o tema dever-se-ia ter uma leitura do real acontecido, com a visão destorcida dos desprivilegiados e sem uma voz na sociedade perfeita.
• Características da Obra
Devido a bastante citação de autores que deram embasamento teórico fica neste trabalho explicito de forma didática e da forma que ROCHA melhor expôs seus pensamentos numa metodologia e linha de pensamento situando num contexto histórico e com palavras chaves que logo em seguida vem sua opinião.
• Definição do Tema
Etnocentrismo relação da visão do “outro” a partir do “eu’.
• Hipóteses Explicativas (Conclusões)
De forma bem embasada tentando desmitificar ideologias imposta e até de forma didática. Pelo ensejo e seu empenho, agregando e atribuindo falas de forma errôneas anexadas ao longo do texto desnecessárias.
• Referências Teóricas
Durkheim - sociedade vista como organismo.
Boas – é o de iniciar uma reflexão que veio a relativizar o conceito de cultura.
Malinovski – o que foi a campo e vivenciou experiências ratificando estudo o laboratório.
Mauss -
Roberto da Matta – trabalho juntamente com os indígenas na Amazônia.
Morgan – calculou as sociedades segundo seu grau de evolução, estádios evolutivos, onde caracterizou em níveis como: selvageria, barbárie e civilização.
Fraser - não teve nenhum contato com indígenas em sua concepção de teoria onde desprezava a revitalização.
• A quem é dirigida à obra
Aos leigos, aos companheiros acadêmicos do Curso de Licenciatura em Geografia e a todos os que se interessassem sobre uma a verdadeira visão do indígena, para terem conteúdo para enraizar uma discussão.
• Subsídios para o estudo de quais disciplinas?
Antropologia, Geografia, História, Sociologia
segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Freud
Segue uma das teorias mais aceitas e perpetualizada na ciência.
Cassandra Silva Santana
Marcelo Oliveira da Cruz
Conceito
As teorias científicas surgem influenciadas pelas condições da vida social, nos seus aspectos econômicos, políticos e culturais. São produtos históricos criados por homens concretos, que vivem o seu tempo e contribuem ou alteram, radicalmente, o desenvolvimento do conhecimento.
Sigmund Freud (1856 – 1939) foi um médico vienense que modificou o modo de pensar a vida psíquica. Ousou colocar as fantasias, os sonhos, os esquecimentos, a interioridade do homem, como problemas científicos. A Investigação sistemática desses problemas levou a Freud à criação da Psicanálise.
Enquanto método de investigação caracteriza – se pelo método interpretativo, que busca o significado oculto daquilo que é manifesto por meio de ações e palavras ou pelas produções imaginárias, como sonhos, os delírio, as associações livres e atos falhos. Em nível de prática profissional refere – se à forma de tratamento – a Análise – que busca o autoconhecimento ou a cura, que ocorre através desse autoconhecimento. É usada como base para psicoterapias, aconselhamento e orientação, no trabalho com grupos e instituições.
Características
Freud defendia que os conteúdos armazenados na mente influenciam os comportamentos – somos e agimos frente ao que temos no nosso inconsciente. Esta análise revela que o ser humano repete situações vivenciadas anteriormente, bem como demonstra resistência a experiências semelhantes, uma vez que estas tenham sido assimiladas como negativas. Desta forma as questões inconscientes podem ser determinantes para a aprendizagem.
A Descoberta da Sexualidade Infantil
Freud, em suas investigações sobre as causas e o funcionamento das neuroses, descobriu que a maioria de pensamentos e desejos reprimidos referiam – se a conflitos de ordem sexual, localizados nos primeiros anos de vida dos indivíduos, isto é, que na vida infantil estavam as experiências de caráter traumático, reprimidas, que se configuravam como origem dos sintomas atuais, e confirmavam – se, desta forma, que as ocorrências desse período da vida deixam marcas profundas na estruturação das pessoas.
Essas afirmações tiveram profundas repercussões na sociedade puritana da época, pela concepção vigente da infância como “inocente”.
Os Principais Aspectos da Sexualidade Infantil
A função sexual existe desde o princípio da vida, logo após o nascimento, e não só a partir da puberdade como afirmavam as idéias dominantes.O período de desenvolvimento da sexualidade é longo e complexo até chegar à sexualidade adulta, onde as funções de reprodução e de obtenção do prazer podem estar associadas, tanto no homem como na mulher. Esta afirmação contrariava as idéias predominantes de que sexo estava associado, exclusivamente, à reprodução.
O corpo é eroti+zado, isto é, as excitações sexuais estão localizadas em partes do corpo, e há um desenvolvimento progressivo que levou Freud a postular em fases.
Fase Oral (0 a 2 anos) – prazer está ligado à ingestão de alimentos e à excitação da mucosa dos lábios e da cavidade bucal.
Fase Anal (2 a 3 anos) – nesta fase as tensões e gratificações sexuais estão intimamente ligadas ao controle dos esfíncteres ( anal e uretral).
Fase Fálica (4 a 5 anos) – nesta idade os genitais tornam – se o centro da energia erógenas da criança, através da auto – estimulação.
Fase da Latência ( 6 aos 12 anos) – concentra – se na expansão de contatos sociais além do interesse pelas relações familiares.
Fase Adolescência (12 aos 20 anos) – neste período a energia sexual é direcionada para as escolhas em relação ao sexo oposto.
Referências
ALENCAR, E.M.L.S. Psicologia e Criatividade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
HERRMANN, Fábio. O que é Psicanálise. São Paulo: Primeiros Passos, 1984.
PFROMM, N. Samuel. Psicologia da aprendizagem e do ensino. São Paulo: EP, 1987.
WALLON, Henri. Psicologia. São Paulo: Ática,1986.
Cassandra Silva Santana
Marcelo Oliveira da Cruz
Conceito
As teorias científicas surgem influenciadas pelas condições da vida social, nos seus aspectos econômicos, políticos e culturais. São produtos históricos criados por homens concretos, que vivem o seu tempo e contribuem ou alteram, radicalmente, o desenvolvimento do conhecimento.
Sigmund Freud (1856 – 1939) foi um médico vienense que modificou o modo de pensar a vida psíquica. Ousou colocar as fantasias, os sonhos, os esquecimentos, a interioridade do homem, como problemas científicos. A Investigação sistemática desses problemas levou a Freud à criação da Psicanálise.
Enquanto método de investigação caracteriza – se pelo método interpretativo, que busca o significado oculto daquilo que é manifesto por meio de ações e palavras ou pelas produções imaginárias, como sonhos, os delírio, as associações livres e atos falhos. Em nível de prática profissional refere – se à forma de tratamento – a Análise – que busca o autoconhecimento ou a cura, que ocorre através desse autoconhecimento. É usada como base para psicoterapias, aconselhamento e orientação, no trabalho com grupos e instituições.
Características
Freud defendia que os conteúdos armazenados na mente influenciam os comportamentos – somos e agimos frente ao que temos no nosso inconsciente. Esta análise revela que o ser humano repete situações vivenciadas anteriormente, bem como demonstra resistência a experiências semelhantes, uma vez que estas tenham sido assimiladas como negativas. Desta forma as questões inconscientes podem ser determinantes para a aprendizagem.
A Descoberta da Sexualidade Infantil
Freud, em suas investigações sobre as causas e o funcionamento das neuroses, descobriu que a maioria de pensamentos e desejos reprimidos referiam – se a conflitos de ordem sexual, localizados nos primeiros anos de vida dos indivíduos, isto é, que na vida infantil estavam as experiências de caráter traumático, reprimidas, que se configuravam como origem dos sintomas atuais, e confirmavam – se, desta forma, que as ocorrências desse período da vida deixam marcas profundas na estruturação das pessoas.
Essas afirmações tiveram profundas repercussões na sociedade puritana da época, pela concepção vigente da infância como “inocente”.
Os Principais Aspectos da Sexualidade Infantil
A função sexual existe desde o princípio da vida, logo após o nascimento, e não só a partir da puberdade como afirmavam as idéias dominantes.O período de desenvolvimento da sexualidade é longo e complexo até chegar à sexualidade adulta, onde as funções de reprodução e de obtenção do prazer podem estar associadas, tanto no homem como na mulher. Esta afirmação contrariava as idéias predominantes de que sexo estava associado, exclusivamente, à reprodução.
O corpo é eroti+zado, isto é, as excitações sexuais estão localizadas em partes do corpo, e há um desenvolvimento progressivo que levou Freud a postular em fases.
Fase Oral (0 a 2 anos) – prazer está ligado à ingestão de alimentos e à excitação da mucosa dos lábios e da cavidade bucal.
Fase Anal (2 a 3 anos) – nesta fase as tensões e gratificações sexuais estão intimamente ligadas ao controle dos esfíncteres ( anal e uretral).
Fase Fálica (4 a 5 anos) – nesta idade os genitais tornam – se o centro da energia erógenas da criança, através da auto – estimulação.
Fase da Latência ( 6 aos 12 anos) – concentra – se na expansão de contatos sociais além do interesse pelas relações familiares.
Fase Adolescência (12 aos 20 anos) – neste período a energia sexual é direcionada para as escolhas em relação ao sexo oposto.
Referências
ALENCAR, E.M.L.S. Psicologia e Criatividade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
HERRMANN, Fábio. O que é Psicanálise. São Paulo: Primeiros Passos, 1984.
PFROMM, N. Samuel. Psicologia da aprendizagem e do ensino. São Paulo: EP, 1987.
WALLON, Henri. Psicologia. São Paulo: Ática,1986.
terça-feira, 13 de abril de 2010
visita será dia 24 de abril
Em homenagem e estimas ao Professor Pedro Marcos, visita tecnica a comunidade indigena, localizada no Rio preto da Eva saída 07h30 na frente da Escola IEA. Dia 24 de abril.
Saudações Geográficas
Saudações Geográficas
quarta-feira, 10 de março de 2010
Revista Geo - Satélite universitário
Revista GEO - Um novo mundo de conhecimento HomePosts RSSComments RSSEditProjeto do satélite universitário será checado em março
Por Roberto Lopes
Especialistas do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da consultoria internacional TU Berlin se reúnem em São José dos Campos (SP), na última semana de março, para rever o elenco de medidas preliminares – Preliminary Requirement Review (PRR), no jargão científico internacional -- a serem tomadas no projeto do satélite artificial universitário ITASAT.
O ITASAT prevê o lançamento (ainda sem data marcada) de um engenho – batizado ITASAT-1 -- de pequeno porte (aproximadamente 80kg) que irá operar em baixa órbita terrestre (600 km de altitude). O satélite deve estar apto a realizar coleta de dados em consonância com as normas do Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais. O ITASAT-1 também permitirá a realização de testes com cargas úteis experimentais.
O programa irá viabilizar a formação de recursos humanos em nível de graduação e de pós-graduação por todo o espectro do projeto. O ITASAT é dividido em subsistemas que envolvem: estrutura, controle térmico, suprimento de energia, computador de bordo, controle de atitude, telemetria e telecomando, carga útil, transponder de coleta de dados e experimentos.
A coordenação geral do Projeto cabe à AEB, tendo o ITA como responsável pela execução do projeto e o Inpe como provedor de consultoria técnica, de infraestrutura laboratorial e gestor financeiro. Os gerentes técnicos são o Engenheiro Katuchi Techima (AEB), Engenheiro Wilson Yamaguti (Inpe) e o Professor David Fernandes (ITA).
Sob a coordenação do ITA participam, além de professores e alunos de graduação e pós-graduação do Instituto, professores e alunos de graduação e de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade de Brasília (UnB), do Inpe e da Technical University of Berlin (TU Berlin), esta última através de estudantes bolsistas do Programa UNIBRAL da CAPES/DAAD. No ano passado trabalharam no projeto 32 alunos de graduação, 23 mestrandos e cinco doutorandos.
O programa “Missão ITASAT-1” está inserido no Plano Plurianual “Desenvolvimento e Lançamento de Satélites Tecnológicos de Pequeno Porte” (PPA/Ação 4934), que prevê a realização de uma série de missões destinadas a realizar experimentos, desenvolver e testar inovações tecnológicas de satélites e cargas úteis, além de capacitar a indústria aeroespacial brasileira.
Por Roberto Lopes
Especialistas do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da consultoria internacional TU Berlin se reúnem em São José dos Campos (SP), na última semana de março, para rever o elenco de medidas preliminares – Preliminary Requirement Review (PRR), no jargão científico internacional -- a serem tomadas no projeto do satélite artificial universitário ITASAT.
O ITASAT prevê o lançamento (ainda sem data marcada) de um engenho – batizado ITASAT-1 -- de pequeno porte (aproximadamente 80kg) que irá operar em baixa órbita terrestre (600 km de altitude). O satélite deve estar apto a realizar coleta de dados em consonância com as normas do Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais. O ITASAT-1 também permitirá a realização de testes com cargas úteis experimentais.
O programa irá viabilizar a formação de recursos humanos em nível de graduação e de pós-graduação por todo o espectro do projeto. O ITASAT é dividido em subsistemas que envolvem: estrutura, controle térmico, suprimento de energia, computador de bordo, controle de atitude, telemetria e telecomando, carga útil, transponder de coleta de dados e experimentos.
A coordenação geral do Projeto cabe à AEB, tendo o ITA como responsável pela execução do projeto e o Inpe como provedor de consultoria técnica, de infraestrutura laboratorial e gestor financeiro. Os gerentes técnicos são o Engenheiro Katuchi Techima (AEB), Engenheiro Wilson Yamaguti (Inpe) e o Professor David Fernandes (ITA).
Sob a coordenação do ITA participam, além de professores e alunos de graduação e pós-graduação do Instituto, professores e alunos de graduação e de pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade de Brasília (UnB), do Inpe e da Technical University of Berlin (TU Berlin), esta última através de estudantes bolsistas do Programa UNIBRAL da CAPES/DAAD. No ano passado trabalharam no projeto 32 alunos de graduação, 23 mestrandos e cinco doutorandos.
O programa “Missão ITASAT-1” está inserido no Plano Plurianual “Desenvolvimento e Lançamento de Satélites Tecnológicos de Pequeno Porte” (PPA/Ação 4934), que prevê a realização de uma série de missões destinadas a realizar experimentos, desenvolver e testar inovações tecnológicas de satélites e cargas úteis, além de capacitar a indústria aeroespacial brasileira.
Pedologia
CURSO DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA – UNINORTE – Manaus, AM Brasil – Junho de 2009.
Descrição perfil do solo
Carlos da Costa Mesia, Cassandra Silva Santana, Marcelo Oliveira da Cruz. 1
Professor Elias Vicente da Cruz Santos Junior.2
1 - Introdução
Os solos da Amazônia são dados como encontrados os mais comuns sendo os latossolos amarelo e vermelho amarelo, que são solos envelhecidos, altamente transformados. As transferências lentas ou normais dentro do perfil do solo são a causa dessa diferenciação nos horizontes. Onde a lixiviação causa a maior concentração de argila no horizonte B sendo um dos fatores principais. Na característica geral e morfológica do perfil mencionamos horizonte O, Horizonte A, horizonte B, horizonte E, horizonte C, que ao longo deste será esclarecido cada um.
2 - Objetivo
Cumprir o que determinam a ementa da disciplina Pedologia. Realização de trabalhos práticos, visando possibilitar aos discentes, que participam do trabalho de campo, realizar a interação entre teoria ministrada em sala de aula e a aplicação prática das técnicas relacionadas à disciplina.
3 - Materiais e metodologia
Matérias utilizados - Terçado, escada, trena, maquina fotográfica, sacola plástica, pincel atômico, corda, grau /pistilo, Becker, peseta.
Metodologia – Pesquisa bibliográfica foi feita com livro base Manual de Descrição e coleta de solo no campo, para embasamento teórico e interpretação dos resultados. A pesquisa de campo - deu se através de levantamentos de dados sobre a característica geral e morfológica do perfil de solo no local pré-selecionado pelo Docente. Elaboração do relatório - parte escrita, onde usamos argumentos, do autor e complementamos com resultados de nossas discussões e observações. Apresentação do relatório - apresentamos o resultado do nosso trabalho em forma de relatório, que se dará em sala de aula, em data previamente marcada para entrega.
4 - Local Vias de acesso: O ponto visitado encontra se em Manaus AM, Rua Pará sem numero, Bairro Adrianópolis. Esquina com a Rua Recife. Zona Centro Sul. S0305’39,4’’ e 60 00’42,4’’ W.
Obs: Atualmente funciona como garagem de maquinário para construção civil. (trator, retro escavadeira), havia muito lixo no local.
5- Aspectos fisiográficos. (clima pluviosidade, hidrografia, precipitação) Relevo regional e Local. FALTA SEGUNDO RADAM BRASIL ANTIGO E ATUAL
6 - Resultados e Discussão
Descrição Geral
Data: 23/ 05/09
Classificação – Alter do Chão (Latossolo vermelho – amarelo), textura argilosa, relevo suave ondulado,
Localização, Rua Pará sem numero esquina com a Rua recife, Bairro Adrianópolis. Zona Centro Sul. Município Manaus estado Amazonas. S0305’39,4’’ e 60 00’42,4’’ W.
Situação muito inclinado.
Altitude
Litologia não observado
Formação geológica Alter do Chão
Cronologia
Material originário
Predegosidade não predegoso
Rochosidadenão rochosa
Relevo Local
Relevo Regional: plano e suave ondulado.
Erosão laminar não aparente
Drenagem; não ocorre
Vegetação primaria secundaria floresta tropical.
Uso atual – garage para maquinas da construção civil
Clima quente e úmido tropical.
Descrito e coletado por; Carlos Da Costa Mesia, Cassandra Silva Santana, Jessica Loyce dos Santos Ribeiro e Marcelo Oliveira da Cruz.
Descrição morfológica
Perfil do solo
Horizonte O, 0 – 27 cm, granular arenoso, entremeada e grande quantidade de areia; ligeiramente plástica, solto (seco), muito friável, quando úmido, ligeiramente pegajoso (molhado). Abrupta entre Oo e Od. Cor, 5 Y 3/2 Dark olive Gray (Cizento olivácio – escuro).
Horizonte A, 27cm – 1,46, Blocos angulares e sub angulares, arenoso, entremeada de areias; solto,pouco macio e pouco duro, quando seco, friável (úmido), ligeiramente plástica e pouco pegajosa,quando molhado. Cor, 7,5 YR 5/8 strong Brown (Bruno forte).
Horizonte E, 1,46m – 3,02m granular, areno argiloso, entremeado a grande quantidade de areia: ligeiramente duro e muito firme, quando úmido, ligeiramente plástico (molhado). Cor 2,5 YR4/8 Dark red (cinzento, vermelho).
Horizonte B, 60cm, blocos angulares e sub angulares, argiloarenoso (a grande quantidade de argila); firme, quando úmido; ligeiramente plástica e ligeiramente pegajosa (molhado). Cor, 2,5 YR 5/8 red vermelho.
Horizonte C, 45cm granular, areno argiloso, entremeado a grande quantidade de areia, plástica e pegajoso, ligeiramente duro, solto seco, solto úmido e molhado.Cor 5 YR 6/8 Reddzish yellow (Amarelo Avermelhado).
Raizes Comuns e finas nos Horizontes Oo e Od, poucas e finas horizonte A, raras e finas no horizonte B, ausentes no horizonte C.
Descrição perfil do solo
Carlos da Costa Mesia, Cassandra Silva Santana, Marcelo Oliveira da Cruz. 1
Professor Elias Vicente da Cruz Santos Junior.2
1 - Introdução
Os solos da Amazônia são dados como encontrados os mais comuns sendo os latossolos amarelo e vermelho amarelo, que são solos envelhecidos, altamente transformados. As transferências lentas ou normais dentro do perfil do solo são a causa dessa diferenciação nos horizontes. Onde a lixiviação causa a maior concentração de argila no horizonte B sendo um dos fatores principais. Na característica geral e morfológica do perfil mencionamos horizonte O, Horizonte A, horizonte B, horizonte E, horizonte C, que ao longo deste será esclarecido cada um.
2 - Objetivo
Cumprir o que determinam a ementa da disciplina Pedologia. Realização de trabalhos práticos, visando possibilitar aos discentes, que participam do trabalho de campo, realizar a interação entre teoria ministrada em sala de aula e a aplicação prática das técnicas relacionadas à disciplina.
3 - Materiais e metodologia
Matérias utilizados - Terçado, escada, trena, maquina fotográfica, sacola plástica, pincel atômico, corda, grau /pistilo, Becker, peseta.
Metodologia – Pesquisa bibliográfica foi feita com livro base Manual de Descrição e coleta de solo no campo, para embasamento teórico e interpretação dos resultados. A pesquisa de campo - deu se através de levantamentos de dados sobre a característica geral e morfológica do perfil de solo no local pré-selecionado pelo Docente. Elaboração do relatório - parte escrita, onde usamos argumentos, do autor e complementamos com resultados de nossas discussões e observações. Apresentação do relatório - apresentamos o resultado do nosso trabalho em forma de relatório, que se dará em sala de aula, em data previamente marcada para entrega.
4 - Local Vias de acesso: O ponto visitado encontra se em Manaus AM, Rua Pará sem numero, Bairro Adrianópolis. Esquina com a Rua Recife. Zona Centro Sul. S0305’39,4’’ e 60 00’42,4’’ W.
Obs: Atualmente funciona como garagem de maquinário para construção civil. (trator, retro escavadeira), havia muito lixo no local.
5- Aspectos fisiográficos. (clima pluviosidade, hidrografia, precipitação) Relevo regional e Local. FALTA SEGUNDO RADAM BRASIL ANTIGO E ATUAL
6 - Resultados e Discussão
Descrição Geral
Data: 23/ 05/09
Classificação – Alter do Chão (Latossolo vermelho – amarelo), textura argilosa, relevo suave ondulado,
Localização, Rua Pará sem numero esquina com a Rua recife, Bairro Adrianópolis. Zona Centro Sul. Município Manaus estado Amazonas. S0305’39,4’’ e 60 00’42,4’’ W.
Situação muito inclinado.
Altitude
Litologia não observado
Formação geológica Alter do Chão
Cronologia
Material originário
Predegosidade não predegoso
Rochosidadenão rochosa
Relevo Local
Relevo Regional: plano e suave ondulado.
Erosão laminar não aparente
Drenagem; não ocorre
Vegetação primaria secundaria floresta tropical.
Uso atual – garage para maquinas da construção civil
Clima quente e úmido tropical.
Descrito e coletado por; Carlos Da Costa Mesia, Cassandra Silva Santana, Jessica Loyce dos Santos Ribeiro e Marcelo Oliveira da Cruz.
Descrição morfológica
Perfil do solo
Horizonte O, 0 – 27 cm, granular arenoso, entremeada e grande quantidade de areia; ligeiramente plástica, solto (seco), muito friável, quando úmido, ligeiramente pegajoso (molhado). Abrupta entre Oo e Od. Cor, 5 Y 3/2 Dark olive Gray (Cizento olivácio – escuro).
Horizonte A, 27cm – 1,46, Blocos angulares e sub angulares, arenoso, entremeada de areias; solto,pouco macio e pouco duro, quando seco, friável (úmido), ligeiramente plástica e pouco pegajosa,quando molhado. Cor, 7,5 YR 5/8 strong Brown (Bruno forte).
Horizonte E, 1,46m – 3,02m granular, areno argiloso, entremeado a grande quantidade de areia: ligeiramente duro e muito firme, quando úmido, ligeiramente plástico (molhado). Cor 2,5 YR4/8 Dark red (cinzento, vermelho).
Horizonte B, 60cm, blocos angulares e sub angulares, argiloarenoso (a grande quantidade de argila); firme, quando úmido; ligeiramente plástica e ligeiramente pegajosa (molhado). Cor, 2,5 YR 5/8 red vermelho.
Horizonte C, 45cm granular, areno argiloso, entremeado a grande quantidade de areia, plástica e pegajoso, ligeiramente duro, solto seco, solto úmido e molhado.Cor 5 YR 6/8 Reddzish yellow (Amarelo Avermelhado).
Raizes Comuns e finas nos Horizontes Oo e Od, poucas e finas horizonte A, raras e finas no horizonte B, ausentes no horizonte C.
segunda-feira, 8 de março de 2010
BIBLIOTECA VIRTUAL
Algumas sugestões...
Geografia: Uma introdução à ciência geográfica. Ed. São Paulo: Avercamp, 2008. Autor: Auro de Jesus RODRIGUES.
A obra traz em linguagem a história do pensamento geográfico e contextualizando com os movimentos atuais desta ciência em direção à fenomenologia, geotecnologias e a chamada Geografia ecológica.
Amazônia: uma perspectiva interdisciplinar. Ed. Manaus: Edua. Editora da Universidade do Amazonas, 2002. Autores diversos. RIVAS, Alexandre & Carlos Edwar de Carvalho FREITAS (Orgs).
A obra é composta por uma coletânea de textos sobre a Amazônia em seus aspectos geoambientais, biodiversidade, geodiversidade e sistemas de produção. É escrita por pesquisadores e grupos de pesquisadores da região ligados ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A Globalização da Natureza e a Natureza da Globalização. Ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2006. Carlos Walter Porto Gonçalves.
Importante obra para o entendimento das mudanças ocorridas sobre o paradigma do meio ambiente e a correlação com o capitalismo. Discorre sobre os recursos naturais e os movimentos ambientais como forças propulsoras nas mudanças recentes dos comportamentos.
Geografia: Uma introdução à ciência geográfica. Ed. São Paulo: Avercamp, 2008. Autor: Auro de Jesus RODRIGUES.
A obra traz em linguagem a história do pensamento geográfico e contextualizando com os movimentos atuais desta ciência em direção à fenomenologia, geotecnologias e a chamada Geografia ecológica.
Amazônia: uma perspectiva interdisciplinar. Ed. Manaus: Edua. Editora da Universidade do Amazonas, 2002. Autores diversos. RIVAS, Alexandre & Carlos Edwar de Carvalho FREITAS (Orgs).
A obra é composta por uma coletânea de textos sobre a Amazônia em seus aspectos geoambientais, biodiversidade, geodiversidade e sistemas de produção. É escrita por pesquisadores e grupos de pesquisadores da região ligados ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A Globalização da Natureza e a Natureza da Globalização. Ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2006. Carlos Walter Porto Gonçalves.
Importante obra para o entendimento das mudanças ocorridas sobre o paradigma do meio ambiente e a correlação com o capitalismo. Discorre sobre os recursos naturais e os movimentos ambientais como forças propulsoras nas mudanças recentes dos comportamentos.
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